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27 de jan. de 2016

Aliens Infestation

Desenvolvido por Wayforward e Gearbox Software



O jogo se passa entre os filmes Aliens e Alien 3, e tem a história muito parecida com a do Aliens: Colonial Marines também . 
Um grupo de marines vão investigar a nave USS Sulaco que está à deriva no espaço. E lá chegando você descobre tá cheio de Xenomorfos e que a Weyland-Yutani tá envolvida e tals. Ou seja, aquela história clichê de Alien pra ser usada numa campanha Oneshot de AÇÃO!!! (high five ai para as 3 pessoas que entenderam a piada).

Com um estilo metroidvania (sendo mais metroid do que vania), o game consegue criar uma atmosfera muito boa que remete aos filmes, mesmo com um enredo raso. Usando para esse fim bonitos sprites e animações caprichadas tanto para os protagonistas quanto os inimigos. Além disso, o jogo ainda conta com 19 personagens com diálogos únicos que dão um bom fator replay.


Existe um sistema de usar vários marines durante o jogo que é bastante interessante. Você começa com quatro marines e vai encontrando os outros pelo caminho, que são sobreviventes de algum outro esquadrão que estavam por ali. Todos os marines tem informações bem detalhadas com os nomes,apelidos, idade e história que podem ser acessadas no menu principal do jogo. 
E funciona assim: o jogador controla um marine de cada vez, e somente podem ser trocados nos save points, ou quando um personagem morre e você é obrigado a escolher outro para o jogo continuar. 
Quando um personagem morre, ele não retorna ao seu time, criando assim uma vaga para outro marine que o jogador encontrar durante o jogo ocupe-a.
Em outras palavras cada marine representa uma vida. Se os quatros morrerem é game over. E é melhor não ir se apegando muito aos personagens, Aliens Infestation não é fácil e dificilmente você conseguirá terminar ele com os 4 membros iniciais.


O clássico menu na touch screen
Tanto o menu do seu equipamento quanto o mapa são localizados na touch screen do DS e você pode acessá-los em tempo real. Porém enquanto está se olhando o mapa que convenientemente é integrado ao sensor de movimento que lhe permite detectar os inimigos, não se pode trocar ou recarregar sua armas. E para voltar para o menu de armas é preciso tocar nas bordas da tela, isso é um pouco complicado de se fazer durante um combate. Esse pra mim é o ponto negativo desse menu.
Apesar de eu ter dito ali em cima em trocar de arma, além da pistola que não pode ser desequipada, o jogador pode carregar apenas uma arma de cada vez, que são: uma espingarda, uma metralhadora com lança granadas, um lança-chamas e uma Smartgun ( uma metralhadora mais poderosa). Você pode trocar de arma nos savepoints.
No decorrer do jogo você encontra itens de upgrade na sua arma, cada arma pode ser melhorada um máximo de 3 vezes.
Como só da pra andar com uma arma de cada vez, é melhor sempre escolher a arma que você se adaptar melhor. No meu caso foi a shotgun. Em alguns momentos o jogo lhe exige usar uma arma especifica como o lança-chamas pra queimar umas gosma de Alien para abrir certas portas.
E sendo um bom metroidvania o jogador precisa de vários itens para poder avançar no jogo, como cartões de segurança, cortadores de plasma e até chave dos power loaders.

Déjà vu


Os inimigos são as variadas formas dos xenoformos, soldados humanos, robôs e androides. Os Aliens são de longe os inimigos mais perigosos que você pode enfrentar, são rápidos, resistentes e dependendo da arma que você usar o sangue deles pode jorrar no seu personagem e causar grandes danos.
Para enfrentar os soldados humanos, contamos com um sistema de cobertura parecido com os de Gears of War, Uncharted entre outros.
Na maior parte do tempo,usando do detector de movimentos da pra derrotar vários inimigos sem sofrer muito dano. O que complica são os chefes, que são gigantes e muito resistentes. Durante um confronto com um boss sua munição vai acaba, e a não ser que você seja muito bom jogador, vai acabar perdendo um ou dois marines por chefe. 
Uma coisa legal, que as vezes quando um marine for morto por um xenomorfo ele vai ser capturado. Dando ao jogador uma chance de salva-lo. Mas você terá que ser rápido se não ele acaba servindo de lanche pros chestbusters.



Existem no total três lugares diferentes para se visitar. A cada chefe que você vencer sua equipe viaja para um outro lugar, mas no final tudo termina na USS Sulaco. Em uma parte do jogo você poder vestir uma roupa espacial e andar pelo lado externo da nave, que também está infestada de aliens!
Na parte de exploração na nave, existem vários atalhos e tubulações para se esgueirar a procura de itens ou um caminho alternativo. Com vários momentos que para avançar alguns itens específicos são necessários, é possível marcar alguns pontos de interesse no mapa usando sinalizadores. Você pode até marcar aquele marine que achou legal mas na hora não tinha espaço na equipe.


Com cenários muito detalhados e sprites cheios de vida, e uma jogabilidade bem fluida, Aliens Infestation é um bom jogo tanto para quem curte a franquia como para quem está apenas procurando um jogo divertido pro seu DS.

25 de jan. de 2012

Demo - Asura's Wrath




Enquanto eu não decido o que comprar na PSN, resolvi dar uma olhadinha na demo do Asura's Wrath.
Na demo é possível escolher entre duas batalhas de chefes. Só pra te dar o gostinho das lutas épicas desse jogo. Como não me aprofundei na história do jogo ou na mitologia a que foi baseado, irei só comentar o que a demo mostra.

Minha primeira impressão do jogo, nos primeiros segundos: A dublagem americana tá péssima.

Não gostei mesmo, tudo soa muito forçado. Espero que a versão completa tenha a opção de escolher entre a dublagem japonesa e americana.

Depois dessa primeira impressão ruim, o resto do jogo foi muito divertido. Mais já aviso de uma vez o jogo é cheio dos QTE, aquelas cenas onde você precisa apertar os botões que aparecem na tela.

E nessa demo tudo o que você precisar fazer, e apertar os botões na tela, e esperar o botão "Burst" aparecer. Somente usando o "Burst" é que a batalha progride, e você tem acesso a novas cenas de QTE.

Falando assim parece repetitivo, pois é exatamente isso.

Porém, essas cenas são muito bem feitas e lhe passam a ação do momento, toda vez que eu apertava o Burst eu cerrava os dentes na mesma fúria do Asura.

Os tamanhos dos inimigos variam de: altura mediana, gigante e cósmico! Um dos chefes é maior que a Terra!
E a segunda luta se passa na lua aparentemente.

Um pouco da história que eu peguei, é que os deuses traíram o Asura, que por sua vez está enfrentando todos em batalhas míticas em busca de justiça (ou alguma coisa nessa linha de raciocinio).

Resumindo o jogo é a fusão de God of War com Dragonball Z. E se você gosta de qualquer um desses dois recomendo dar uma olhada na demo.
A impressão que tenho desse jogo e que ele vai valer mais pra alugar do que pra comprar.

9 de nov. de 2011

Review Megaman X7


Dizem que o último jogo, cronologicamente falando, deveria ser o X5. Depois seria o Megaman Zero. Faz muito sentindo, considerando o final do X5, onde temos um Zero supostamente morto e o X que fica com a espada do seu amigo. E o Megaman Zero nos mostra um Zero bem diferente do que conhecíamos. Tudo bem que foi uma mudança de design dos personagens, já que o desenhista é outro. Mais talvez também seja para tentar deixar o jogador na dúvida se era realmente o Zero.

Depois veio X6, que atrapalhou um pouco essa cronologia no início, mas acertou tudo no final do jogo, que mostra o Zero dizendo que iria passar alguns anos afastados do mundo numa espécie de hibernação. E isso ainda encaixa com a história do Megaman Zero.

Nas quando chegamos no X7 tudo muda. Não há mais uma ligação entre as séries. Cada uma agora tem sua própria linha cronológica.

Não vou lhe enganar. O jogo é ruim, provavelmente o pior da série X.  Os controles são ruins, os gráficos são medíocres e os chefes desse jogo não parecem pertencer a um jogo da série X.

A história do Megaman X7 se passa anos depois dos eventos do X6. Os reploids restantes se uniram, e conseguiram restaurar boa parte do que havia sido destruído pelo Sigma, anos antes.
Durante esse tempo, o X resolveu desistir de lutar como um Maverick Hunter. Ele simplesmente cansou de toda violência.

Vamos fazer uma pausa e refletir. O X sempre foi pacifista, ele só queria curtir seus finais de semanas tomando alguns E-Tanks com seus amigos. Mas com os Mavericks atacando inocentes, ele não podia ficar só de braço cruzados, ele precisava agir e fazer o que era certo, mesmo ele não sendo um reploid feito para combate. Ele sempre foi assim durante toda a série.

No entanto, no X7, ele simplesmente resolveu não lutar mais. Preferia deixar as coisas serem destruídas, o pouco do que sobrou da população morrer do que agir com violência.
E isso para mim descaracterizou o personagem completamente, e já matou minha esperança de um bom jogo.

Agora vamos voltar aonde tínhamos parado.

Então, no Megaman X7 o X virou um bundão pacifista, o Zero é completamente inexpressivo, e temos o novo integrante, Axl.

Axl é um novo tipo de reploid capaz de copiar completamente a forma, voz e poderes de outros reploids. Por causa dessa característica ele é usado por um grupo chamado Red Alert, comandado pelo reploid Red.

A Red Alert é grupo de mercenários que também caçam Mavericks, já que pelo que eu entendi, desde quando o X resolveu parar de lutar, as atividades dos Maverick Hunter caíram bastante, resultando em um número maior de ataques de Mavericks.

Axl foge da Red Alert, por não concordar com as últimas ações realizadas pelo grupo. E acaba se juntando aos Maverick Hunters.


O grupo de mercenários, não satisfeitos com a fuga do Axl, resolve fazer uma disputa com os Maverick Hunter, para ver quem vai ficar com Axl, e esse é o enredo principal.

Você pode está pensando agora, que eu estou falando muito da história é o que interessa mesmo em um jogo de Megaman é a jogabilidade. E é exatamente nesse ponto que as coisas ficam ainda piores.

Nesse jogo, nós temos o gráfico em 3D com cell-shade, e por algum motivo os programadores acharam que seria interessante, misturar elementos as dois jogabilidades 2D e 3D.

Ambas são péssimas. No modo 2D, é o tradicional side-scrolling, com a diferença que os comandos são lentos e que com os personagens que atiram (Axl e X) você precisa usar um botão pra fixar a mira no alvo.

Já no modo 3D, é o que funciona bem no modo side-scroll deixa de funcionar aqui, e o jogador se sente perdido, tendo que recalcular as distâncias de movimento e ataque do seu personagem. A simples tarefa de pular, um buraco se torna frustrante quando  o jogo insiste em alternar do 2D para o 3D, a todo momento.

Para piorar esse sistema, quando há vários inimigos na tela, você tem que escolher em qual mirar apertando várias vezes o botão para trocar seu alvo.

Zero já não tem o problema de mirar nos seus alvos, mas seus ataques foram trocados pra uma posição mais horizontal para favorece ao ambiente 3D. O ruim disso, é que o alcance dele diminuiu, tornando ele muito ruim de ser usado, na câmera 3D, e pior ainda na 2D onde seus ataques na horizontal são pouco efetivos.

Em geral, o que mais prejudica a jogabilidade é essa mistura mal executada do 2D com 3D, que torna o jogo todo frustrante.

O gráfico não é muito impressionante, o visual dos personagens e suas animações de movimento são fracos, cenários feito as pressas, nem chamam a atenção.

O design dos chefes é péssimo, eles mais lembram os chefes da série Megaman do que a da série X.

E nem vou falar muito da dublagem, apenas vá ao menu e troque para a japonesa, vai melhorar um pouco.

Com tudo isso dito, esse é um jogo da série X, que você deve passar longe. A única coisa realmente interessante aqui e o personagem novo, Axl.

Mas se você ainda quer jogar um Megaman X 3D no PS2, procure pelo X8, onde eles aprenderam com os erros desse jogo, e fizeram um jogo em sua maior parte no estilo side-scroll, como um bom jogo de Megaman deve ser.

*Atualizei o review dos meus jogos de PS3, com Batman Arkham City.


29 de jun. de 2011

Sonic Generations -Demo-



O Sonic completou 20 anos, dia 23 de junho e a Sega lançou a demo do Sonic Generations onovo game do ouriço azul, que vai misturar o gameplay clássico, com o novo, estilo Sonic Unleashed mais sem werehog.  Ou seja, só a parte boa.

A demo traz uma fase no estilo clássico a Green Hill. A música também é a clássica.
 Quanto ao gameplay, me pareceu bem agradável. Eu conseguia aumentar e diminuir a velocidade sem ficar “patinando” pelo cenário, e consegui pulos bem precisos.
Na parte da velocidade, o jogo se saiu bem. Basta segurar a direcional por um segundo e o Sonic faz de 0 a 100km/h. Isso sem contar as molas, e o spin dash. Em algumas partes onde você só precisa correr, a câmera troca de ângulo e deixa tudo mais dinâmico e ainda mais rápido.
Os cenários estão bem legais, e com o ar característico da franquia. Jogar esse game com uma TV 3D deve ser ainda mais divertido.

Com menos de 5 minutos de jogo, acredito que isso seja tudo o que eu posso dizer. Mas já dá pra ter uma boa noção do que vem por ai. Agora se você pretende baixar a demo, e melhor correr e baixá-la de uma vez. A sega limitou a demo até o dia 12 de julho. Não faço idéia do por que.

Nem acredito que tenho a mesma idade do ouriço azul!

24 de mai. de 2011

Megaman 7


Como eu estou voltando aos poucos, por enquanto vou postar alguns reviews de games. Mas em breve, vou tentar postar sobre outras coisas e talvez um top 10, que foi o meu primeiro post e até hoje não fiz outro.

Depois de seis jogos no NES, finalmente nosso querido robô azul, estréia na era do 16bits. E estréia em grande estilo, com gráficos e uma trilha sonora impressionante para o Super Nintendo. Mas antes de falar dos gráficos, vamos conferir um pouco do enredo do jogo.

Seis meses após a prisão do Dr.Wily, quatro robôs que estavam programados para acordar caso seu mestre não retornasse, são ativados e saem pela cidade à procura do Dr.Wily.

Até aqui nada inesperado para um game do Megaman, mas com a introdução de Bass e Treble, como novos inimigos, e uma reviravolta moral do nosso herói ao final do jogo, e mais alguns equipamentos secretos, fazem esse game se destacar entre os outros da série.

No começo Bass, diz estar do seu lado na luta contra Wily, mas durante o jogo descobrimos que ele na verdade é um robô construído pelo Dr.Wily, o objetivo de Bass era ganhar a confiança de Megaman e junto com isso acesso ao laboratório do Dr.Light. Bass então rouba um novo equipamento que era para o Megaman e Rush.

O robô azul, com raiva por te sido traído por aquele que ele considerava seu aliado, vai até a fortaleza de seu inimigo para por um fim nessa luta de uma vez por todas.

Agora que já dei uma resumida na história, vamos ver o que mais o jogo tem a oferecer.

A jogabilidade original dos outros games da série permanece igual. Você escolhe a fase, enfrenta o chefe ao final dela e ganha uma arma nova.
Assim que se derrota um chefe, uma rápida cena entre Megaman e o Dr. Light é mostrada. Onde ele explica um pouco como a arma funciona e dá algumas dicas.

Apertando SELECT na tela de seleção de fase, você tem acesso a oficina do Auto, um robô assistente do Dr.Light. Ele usa vários parafusos que você encontra durante o jogo para fazer diversos itens. Muitos desses itens também podem ser achados nas fases com a ajuda do Rush Search.

O Rush Search permite que você chame o Rush para farejar alguns itens escondidos para você. Com um pouco de sorte e paciência você pode encontrar todos os itens do jogo desse jeito. 
Lembro que na minha primeira vez jogando o Megaman 7, que aliás também foi o primeiro da série que joguei. Gastava um bom tempo chamando o cachorro robô só pra ver que tipo de itens diferentes ele iria achar.

Para quem gostar de explorar os jogos, há várias coisas secretas, como se fundir com o Rush, que lhe dá um tiro perseguidor e pulo duplo, mas você perde a habilidade de usar o slide. E até mesmo usar o escudo do Protoman, esse último não é tarefa fácil de descobrir. O jogo possui até uma música secreta na fase do ShadeMan. Inimigos reagindo de formas diferentes quando são atacados não só pela arma a qual são vulneráveis. Por exemplo: se você atingir o Turboman com o Thuder Bolt, ele vai ficar invencível por um tempo. Ainda como extra é possível jogar um mini game de luta no estilo Street Fighter entre Bass e Megaman.

Os novos gráficos ajudam a deixar o jogo mais atraente, os personagens são grandes e possuem vários movimentos e detalhes. Os cenários possuem vários detalhes, e cores muito bonitas, em especial o cenário do museu onde podemos ver vários chefes dos games anteriores refeitos em 16bits. E o final do jogo, com o nosso herói azulado andando dramaticamente em direção a tela, enquanto a fortaleza de seu inimigo é consumida pelo fogo. Os gráficos são tão bons que nem o PS2 conseguiu emular. No Megamam Anniversary Collection, os créditos foram cortados.

Pessoalmente esse jogo é um dos melhores da série clássica e também está entre meus jogos favoritos do SNES.

11 de nov. de 2010

Super Punch-Out!!



Em Super Punch-Out, você encarna o papel de um jovem boxeador, que almeja ser o melhor lutador. E para conseguir conquistar esse título você tem que passar por três campeonatos. Na ordem do mais fácil ao mais difícil.
É preciso ganhar um campeonato antes de poder ir para o próximo, mas o jogo grava todo seu progresso, assim como seus records.
O seu objetivo numa luta é simples, soque a fuça do seu oponente até sua barra de energia acabar, três vezes, ou até a contagem chegar a 10.
Para ganhar a luta mais fácil, você pode utilizar dos ataques especiais, que são indicados por uma barra na parte inferior da tela. Quando ela enche até o “S”, você poderá usar Hooks e Uppercuts que causam mais dano que o normal, e aumentam as chances de um nocaute.

Os controles respondem muito bem, e ação é rápida. Leva-se um pouco de tempo pra se acostumar, entre defender um golpe e esquivar dele. Os ganchos desferidos pelos inimigos não podem se bloqueados, então a esquiva se faz necessária nesses momentos.

Esquivar e contra-atacar, no momento lhe dá grande vantagem na luta. Caso consiga pressionar por bastante tempo seu oponente, eles podem ficar tontos, esse é o momento ideal para usar os socos especiais.
Tanto a música quanto os gráficos são excelentes, para sua época. É possível sentir todo o impacto dos socos, que ficam ainda melhores com o slowdown no momento certo.

Eu gosto principalmente do sprite do nosso personagem levando um bom gancho.

Os inimigos do jogo são bem divertidos e cada um é bem diferente um do outro. Cada um tem seu próprio estilo de lutar e seus próprios golpes especiais.
É um jogo difícil,mais lhe proporciona um desafio justo e é bem viciante.
Vá jogá-lo logo!